24 de outubro de 2015

Crítica: Fullmetal Alchemist – Brotherhood

Fullmetal Alchemist Brotherhood Crítica
Título Original: Hagane no Renkinjutsushi FULLMETAL ALCHEMIST
Gênero(s): Aventura, Fantasia
Demografia: Shonen
Estúdio: Bones
Ano(s): 2009 – 2010
No. de Episódios: 64
 

***** (Obra-Prima)

A história é baseada no período pós-Revolução Industrial europeu e se passa em um universo ficcional onde a principal fonte científica da humanidade é a alquimia. Toda essa história centrada e sendo mostrada em torno dos irmãos Elric, que tentam incessantemente restaurar seus corpos e suas vidas depois de uma desastrosa tentativa frustrada de fazer sua mãe voltar à vida.

O que mais chama atenção nesse anime é o fato dos seus personagens principais não se encaixarem em estereótipo algum, eles são artisticamente únicos. Eles não são os heróis que colocam o futuro da humanidade em primeiro lugar, eles não lutam por um “bem maior”. Também não se encaixam nem de longe no perfil do anti-herói que é tão usado nos quadrinhos. Eles são essencialmente bons e o que fazem acaba acarretando sim naquele “bem maior”, mas é somente consequência de seus atos um tanto quanto egoístas. Tudo o que querem em toda a história é o seu próprio bem e lutam por ele do primeiro ao último episódio (ou da primeira à última página da série de mangá.

Fullmetal Alchemist Brotherhood Crítica

Edward é, sem dúvida nenhuma, um dos personagens mais marcantes de todos os tempos. Mas os personagens secundários também são ótimos e suas respectivas histórias e desenvolvimentos na trama são espetaculares; é impossível não se envolver na construção de Roy Mustang, por exemplo… E a cena em que ele luta cheio de ódio contra Envy é uma das mais sensacionais da série.

Fullmetal Alchemist: Brotherhood é um anime completo; abarrotado de cenas de pura emoção (quem não se emocionar na cena da quimera não pode ser humano), engraçado, envolvente e, acima de tudo, único e obrigatório para os amantes da mais famosa arte japonesa.

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